quinta-feira, 11 de junho de 2015

LEI DA INCLUSÃO - POR ROMÁRIO FARIA

 
 
 
      Posso afirmar com todo certeza que hoje é o dia mais importante da minha trajetória política. Acabei de sair do Plenário do Senado, depois de aprovar o Estatuto da Pessoa com Deficiência – Lei Brasileira de Inclusão. Uma lei global, que trata da saúde, do trabalho, da mobilidade urbana, da inclusão social, da educação, turismo, cultura e do emprego da pessoa com deficiência.
      Uma lei que muda completamente o paradigma de inclusão. Agora, é a sociedade que se adapta para receber essas pessoas, e não mais as pessoas com deficiência que precisam se adaptar à sociedade. Temos no nosso país, quase 50 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência. Conheço centenas deles, sei de suas dificuldades, assim como de suas famílias.
       Esta lei estava tramitando há mais de 12 anos. Neste intervalo de tempo, minha filha Ivy nasceu, cresceu, completou 10 anos, e o projeto ainda estava aqui, sendo construído artigo por artigo, por pessoas de bem que sonham com um mundo completamente inclusivo. Essa vitória hoje é pela Ivy e por toda a sociedade. Estou emocionado como nunca, porque tenho sensibilidade para entender isso.
Muitos de vocês não entenderão a importância deste momento, mas essa vitória também é sua. Porque a deficiência não é determinada no nascimento, é uma decorrência da vida. Pode ser a sequela de uma doença, de um acidente ou da própria velhice. Esta lei é para todos nós. Não para um grupo de pessoas.
       Por mais um dia, vou para casa com a sensação de dever cumprido. Feliz por ajudar o meu Brasil a se tornar um lugar melhor para se viver.
       Descrição da Imagem ‪#‎PraCegoVer‬: fotografia em que aparece os senadores Romário, Mara Gabrilli, Paulo Paim e Fátima Bezerra, todos estão em volta de Patrick Pires. Paim segura a mão de Patrick, que está sentado, enquanto levanta o outro braço em sinal de comemoração. Romário e Fátima Bezerra aplaudem. Todos riem comemorando. Sobre a imagem, está escrito "Congresso aprova Lei Brasileira de Inclusão". Em volta da frase há fogos de artifício.



segunda-feira, 8 de junho de 2015


 AMIGOS ESPECIAIS



A série “Amigos Especiais” aborda a deficiência física de forma inclusiva, esclarecendo direitos, necessidades e potencialidades, familiarizando portadores de necessidades especiais junto ao universo infantil. Temas como a síndrome de down, a deficiência visual, auditiva e física fazem parte dos quatro volumes da série.
O objetivo desta série é mostrar às crianças como as diferenças podem conviver harmoniosamente, além de orientar pais e educadores na educação das crianças para uma visão e postura de vida ante as diferenças, a fim de se tornarem adultos tolerantes e flexíveis, tanto com os outros como consigo mesmas, e enxergarem as limitações e possibilidades da sociedade que ele vive

Volume um: MEU AMIGO ESPECIAL
Jonas é um menino especial. Ele chega até Pedro através de um amigo em comum. Juntos, eles descobrirão que mesmo sendo diferentes, eles têm muitas semelhanças, e, também, que pessoas iguais são muito diferentes.
Conheça Jonas e seus amigos, e se apaixone por essa turminha.

Volume dois: MINHA AMIGA ESPECIAL
Letícia era uma menina triste e solitária, que não conseguia fazer amigos e tinha vergonha de sua deficiência. Então, ela conhece Nanda, e sua vida é completamente mudada pelo amor de Jesus. Letícia agora é uma menina feliz, aprendeu a superar sua deficiência e, através do esporte, ela tem uma vida muito saudável com sua família, amigos e com ela mesma, pois sabe que Jesus a ama e cuida de sua vida.
22 de Agosto dia do Excepcional - Somos Iguais nas Diferenças.




Várias tentativas têm sido feitas para melhor definir o termo "criança excepcional".
Alguns utilizam esse termo para se referirem a uma criança que possui uma inteligência ou um talento pouco comum. No entanto, o termo tem sido geralmente empregado para designar tanto a criança deficiente quanto a talentosa.
Mas a definição melhor assimilada é a que afirma ser a criança excepcional toda aquela que difere da maioria das crianças.
Todos os pais desejam ter filhos perfeitamente sadios.
Quando isso não acontece, é normal que relutem em aceitar os fatos. Contudo, esse primeiro impacto, deve ser superado o mais rápido possível, para o bem da criança.
Eles precisam encarar a criança portadora de deficiência com o coração aberto e de boa vontade, tomando decisões realistas para enfrentar as dificuldades, acima de tudo com muita aceitação e amor.

As necessidades sociais, educacionais e psicológicas da criança excepcional são praticamente idênticas às das outras crianças e, com exceção das deficiências mais graves, podem ser satisfeitas sem cuidados especiais. Por isso, é bom que a criança estude em colégios normais e que participe, conforme suas capacidades, das brincadeiras e atividades da escola, aprendendo assim a se relacionar socialmente, aceitando e convivendo com seus limites.

A integração e a inclusão escolar são imprescindíveis para o excepcional desenvolver seu potencial e exercer seus direitos de cidadão.

É evidente que a deficiência impõe cuidados e providências específicas, e que as necessidades psicológicas têm algumas particularidades. Isso, porém, não significa que a criança excepcional necessite ser poupada, superprotegida nem sufocada com excessivo amor e carinho.

Compensar as limitações dessa maneira, em geral, produz efeitos desastrosos na criança, que percebe sentimentos como piedade ou compaixão. A principal tarefa dos pais, dos professores e de todos que se relacionam com as crianças excepcionais é evitar a segregação, seja de que tipo for.

Infelizmente, a surpresa ou certo constrangimento, causados inicialmente por algumas deficiências, faz com que as pessoas se fixem nisso e não consigam "enxergar" que estão diante de uma pessoa integral com necessidades, aspirações, qualidades e defeitos. Resta, pois, que se construa uma sociedade verdadeiramente democrática, que possibilite a educação sem restrições, em obediência a Constituição Federal, que preceitua em seu artigo 3o, incisos I e IV: "construir uma sociedade livre, justa e solidária"; "promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação".

sexta-feira, 5 de junho de 2015

ATIVIDADES COM CAIXA DE OVOS - Como trabalhar? A dica é para trabalhar sequência, cores, formas geométricas, matemática... A turminha vai se divertir e aprender direitinho... Comece com uma sequência simples, criando cartelas, e depois ir aumentando o nível de dificuldade

Orientando alunos com dificuldade na leitura

Queremos compartilhar com você, educador da Primeira Infância, um espaço para a reflexão sobre letramento na educação infantil. É mais uma oportunidade de fortalecer o seu trabalho junto à criança pequena.
“Plataforma do letramento” é um portal cheio de ideias, ações e iniciativas de formação para dar subsídios aos professores e gestores sobre o letramento, definido pelo portal como:
Diferentes práticas sociais mediadas pela língua escrita. São as práticas de leitura e escrita que ocorrem nos mais diversos domínios da sociedade, como no mundo do trabalho, da família, da participação social, da publicidade e, também, da escola, instituição que trabalha intencionalmente com o ensino da língua escrita.
A Plataforma do Letramento é colaborativa, disponibilizando textos, artigos, matérias, entrevistas, propostas de atividades, referências de práticas em conteúdos multimídia, como vídeos, podcasts, infográficos interativos, dentre outros, com acesso livre, para políticas, projetos e práticas voltadas ao letramento de crianças, adolescentes, jovens e adultos.
Por meio de discussões, debates e oficinas online, gratuitas, profissionais da área podem trocar experiências, dar e oferecer apoio às ações de formulação, planejamento, sistematização e troca de conhecimento.
Cursos de educação a distância também são disponibilizados pelo portal, trabalhando três projetos específicos: “Aceleração da Aprendizagem”, “Brincar” e “Entre na Roda”.
A abordagem do letramento adotada pela Plataforma  divide-se em três pilares:
Pedagógico: discute alfabetização e o ensino da leitura e da escrita na escola.
Político: estimula o debate sobre políticas públicas relacionadas ao letramento e à formação de leitores no Brasil.
Cultural: considera as práticas de leitura e escrita, dentro e fora da escola, como expressões da cultura.
Digital: reflete sobre as novas práticas de letramento originadas pela cultura letrada digital e propõe seu uso no próprio ambiente virtual.
Navegue na Plataforma de Letramento, uma iniciativa da Fundação Volkswagen e do Cenpec, e saiba mais.